domingo, 11 de outubro de 2009
Quem é vivo...
Depois de 6 meses sem postar porcaria nenhuma aqui, derrepente me lembrei que esse blog existe. Tudo culpa desses amigos tarados que eu tenho e que tem conhecimento desse blog. Ou seja: um dos três que sabem.
terça-feira, 14 de abril de 2009
Como Tudo Continuou
A minha virgindade foi pro espaço num 14 de setembro, recém completados 13 anos, em 11 de agosto.
A minha segunda experiência foi em outubro.
Isso, pra comprovar que quando a mulher libera a primeira vez, engata e não pára mais até uma certa idade (o que ainda não aconteceu comigo o_O).
Bem, com aquela idade crítica da descoberta da vida social, certa vez fui à uma balada com umas amigas. Bebi horrores e dancei até não conseguir mais.
Lembrando que eu tinha 13 anos.
Fui comprar água, e na volta, um cara sentado ali por perto me pediu um gole. Olhei, lógicamente. Moreno, alto, olhos verdes, gato.
Dei um gole da minha água, com a mais cara de sem-vergonha do universo. Cheguei mais perto e agarrei. Claro, porque não sou de enrolar na balada. Ou é, ou não é.
Sei que, depois de muitos amassos e bolinações, beijos explícitos e tal, fiz o auê naquela balada pra achar uma caneta e anotar meu telefone no pulso dele.
Pensei: Ah, nem vai ligar. Foda-se também.
Quem disse?
Uma semana depois, estava eu pegando ele no terminal para trazer aqui para casa (lógicamente que minha mãe estava em uma de suas viagens à praia de nudismo).
Cama da minha mãe virou cenário padrão.
Ao contrário da minha primeira vez, essa foi excelente. Sem dor, sem pudor.
Várias posições. Cama da minha mãe, ainda com o cobertor vermelho; pia do banheiro; sofá da sala...
Menino insaciável.
Mas, saciei ele. Hahahahaha ;P
Ele tinha uma das manias mais estranhas que já presenciei até agora.
Gostava de beijar (de língua) olhos fechados.
Weird, so weird.
O que era ótimo: praticamente não tinha pêlos.
Na época, e até pouco tempo atrás, eu tinha total aversão à pelos. Hoje em dia já não ligo tanto. Tanto que limpe bem a área pra não ficar com cheiro de tapete molhado. (eca!)
E, também, o primeiro oral da minha vida. Bonzinho, até.
Na minha lista consta que usei camisinha, porém não lembro de tais detalhes. Diz que não fiz Bola-Gato; e a nota de desempenho é aproximadamente 7,0. Lembrando que esse negócio de nota é só uma aproximação, já que dar notas é muito injusto.
Nunca mais vi ele, nem ouvi falar. Ótimo também.
Eu só queria curtir, e foda-se o resto.
A minha segunda experiência foi em outubro.
Isso, pra comprovar que quando a mulher libera a primeira vez, engata e não pára mais até uma certa idade (o que ainda não aconteceu comigo o_O).
Bem, com aquela idade crítica da descoberta da vida social, certa vez fui à uma balada com umas amigas. Bebi horrores e dancei até não conseguir mais.
Lembrando que eu tinha 13 anos.
Fui comprar água, e na volta, um cara sentado ali por perto me pediu um gole. Olhei, lógicamente. Moreno, alto, olhos verdes, gato.
Dei um gole da minha água, com a mais cara de sem-vergonha do universo. Cheguei mais perto e agarrei. Claro, porque não sou de enrolar na balada. Ou é, ou não é.
Sei que, depois de muitos amassos e bolinações, beijos explícitos e tal, fiz o auê naquela balada pra achar uma caneta e anotar meu telefone no pulso dele.
Pensei: Ah, nem vai ligar. Foda-se também.
Quem disse?
Uma semana depois, estava eu pegando ele no terminal para trazer aqui para casa (lógicamente que minha mãe estava em uma de suas viagens à praia de nudismo).
Cama da minha mãe virou cenário padrão.
Ao contrário da minha primeira vez, essa foi excelente. Sem dor, sem pudor.
Várias posições. Cama da minha mãe, ainda com o cobertor vermelho; pia do banheiro; sofá da sala...
Menino insaciável.
Mas, saciei ele. Hahahahaha ;P
Ele tinha uma das manias mais estranhas que já presenciei até agora.
Gostava de beijar (de língua) olhos fechados.
Weird, so weird.
O que era ótimo: praticamente não tinha pêlos.
Na época, e até pouco tempo atrás, eu tinha total aversão à pelos. Hoje em dia já não ligo tanto. Tanto que limpe bem a área pra não ficar com cheiro de tapete molhado. (eca!)
E, também, o primeiro oral da minha vida. Bonzinho, até.
Na minha lista consta que usei camisinha, porém não lembro de tais detalhes. Diz que não fiz Bola-Gato; e a nota de desempenho é aproximadamente 7,0. Lembrando que esse negócio de nota é só uma aproximação, já que dar notas é muito injusto.
Nunca mais vi ele, nem ouvi falar. Ótimo também.
Eu só queria curtir, e foda-se o resto.
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sem-vergonha,
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sexta-feira, 10 de abril de 2009
Como tudo começou
Quando eu tinha 13 anos, minha vida era um caos.
Minha mãe tinha um namorado (meu pai faleceu há muito tempo) que era um saco. Se achava o gostosão e fazia questão de ficar andando pelado pela casa pra exibir o seu jr. grandão. Apesar de ele ser um metido nojento e sem vergonha, ensinou coisas boas à minha mãe. Ela aprendeu a ver a vida de uma forma mais liberal e à aproveitá-la mais.
Enfim, naquela época, eles viajavam bastante, principalmente para a praia, em especial, a Praia do Pinho, nudista. Nessas viagens, no começo eu ficava na casa do meu tio, mas depois, minha mãe resolveu confiar em me deixar sozinha em casa.
Logicamente, eu, uma criança, achava ótimo poder ficar sozinha, no começo. Mas depois de um tempo, resolvi convidar amigos para a minha casa e dar festas de arromba com o dinheiro da mamãe.
Foi mais ou menos nessa época que comecei a aprontar, beber, fumar e sair à noite. Um tanto precoce, mas, hoje em dia até que não é tão anormal.
Pois bem que num dia desses, sozinha em casa, no MSN, conversando com um colega do colégio, convidei ele para vir aqui. Só ele.
Veja bem. Estava levemente alcoolizada e a minha intenção era perder minha virgindade com aquele idiota, escolhido à dedo, por ser retardado, feio e burro - ou seja, o cara perfeito para eu não me apaixonar. Sim, porque eu tinha muito medo de me apaixonar pelo primeiro cara da minha vida, como eu via acontecendo o tempo todo com as outras garotas.
Então, tomei mais uns goles e esperei. Quando ele chegou, nos beijamos e tudo o mais, ele ainda perguntou: "você já fez isso alguma vez na vida?" e eu respondi, claro e simples: "não".
Ele tinha 15 anos na época e era um cabaço também.
Fomos pra cama da minha mãe - que me lembro muito bem, estava com um cobertor vermelho - e, ué, tranzamos.
Ok, tranzamos vírgula. Foi péssimo. Pra começar, ele nem tirou a camiseta. Só abaixou as calças um pouco e pronto. Me colocou por cima e deixou que eu fizesse todo o trabalho. Não me ajudou nem um pouquinho. Doeu muuuuuito²! Mas, foda-se.
Não sangrei, mas ele, numa proeza, conseguiu gozar (devia ter ejaculação precoce), o que fez com que eu quisesse me lavar, já que foi sem camisinha e (eca!) aquela coisa escorria pela minha perna.
Eu, pouco sem vergonha, entrei no chuveiro e ainda chamei ele pra tomar um banho comigo. Há, como eu era danadinha ushauhsauhsuhsa...
Depois disso, eu não me lembro de muita coisa. Ele comentou várias vezes sobre a quantidade de porra que ele tinha gozado, como era bastante e blá blá blá.
Ele foi embora e nunca mais nos falamos.
Legal, não?
Pelo menos não me apaixonei.
Mas, poderia ter esperado mais um mês... Aí pegaria um cara mais interessante.
Minha mãe tinha um namorado (meu pai faleceu há muito tempo) que era um saco. Se achava o gostosão e fazia questão de ficar andando pelado pela casa pra exibir o seu jr. grandão. Apesar de ele ser um metido nojento e sem vergonha, ensinou coisas boas à minha mãe. Ela aprendeu a ver a vida de uma forma mais liberal e à aproveitá-la mais.
Enfim, naquela época, eles viajavam bastante, principalmente para a praia, em especial, a Praia do Pinho, nudista. Nessas viagens, no começo eu ficava na casa do meu tio, mas depois, minha mãe resolveu confiar em me deixar sozinha em casa.
Logicamente, eu, uma criança, achava ótimo poder ficar sozinha, no começo. Mas depois de um tempo, resolvi convidar amigos para a minha casa e dar festas de arromba com o dinheiro da mamãe.
Foi mais ou menos nessa época que comecei a aprontar, beber, fumar e sair à noite. Um tanto precoce, mas, hoje em dia até que não é tão anormal.
Pois bem que num dia desses, sozinha em casa, no MSN, conversando com um colega do colégio, convidei ele para vir aqui. Só ele.
Veja bem. Estava levemente alcoolizada e a minha intenção era perder minha virgindade com aquele idiota, escolhido à dedo, por ser retardado, feio e burro - ou seja, o cara perfeito para eu não me apaixonar. Sim, porque eu tinha muito medo de me apaixonar pelo primeiro cara da minha vida, como eu via acontecendo o tempo todo com as outras garotas.
Então, tomei mais uns goles e esperei. Quando ele chegou, nos beijamos e tudo o mais, ele ainda perguntou: "você já fez isso alguma vez na vida?" e eu respondi, claro e simples: "não".
Ele tinha 15 anos na época e era um cabaço também.
Fomos pra cama da minha mãe - que me lembro muito bem, estava com um cobertor vermelho - e, ué, tranzamos.
Ok, tranzamos vírgula. Foi péssimo. Pra começar, ele nem tirou a camiseta. Só abaixou as calças um pouco e pronto. Me colocou por cima e deixou que eu fizesse todo o trabalho. Não me ajudou nem um pouquinho. Doeu muuuuuito²! Mas, foda-se.
Não sangrei, mas ele, numa proeza, conseguiu gozar (devia ter ejaculação precoce), o que fez com que eu quisesse me lavar, já que foi sem camisinha e (eca!) aquela coisa escorria pela minha perna.
Eu, pouco sem vergonha, entrei no chuveiro e ainda chamei ele pra tomar um banho comigo. Há, como eu era danadinha ushauhsauhsuhsa...
Depois disso, eu não me lembro de muita coisa. Ele comentou várias vezes sobre a quantidade de porra que ele tinha gozado, como era bastante e blá blá blá.
Ele foi embora e nunca mais nos falamos.
Legal, não?
Pelo menos não me apaixonei.
Mas, poderia ter esperado mais um mês... Aí pegaria um cara mais interessante.
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